Cervejas trapistas são demais! O melhor é tomar no quintal dos monges!

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Atualizado em 10/02/2015

Quem me acompanha há algum tempo aqui no blog sabe que, além de viajar e curtir a minha família, curto uma boa cerveja.

Fiz uma viagem sensacional com alguns amigos para a Bélgica e Holanda, atrás das cervejarias trapistas, que produzem cervejas incríveis, consideradas as melhores do mundo.

Sabendo disso, com ajuda do Edu Passarelli, que é meu amigo das antigas, fizemos um roteiro de uma semana pela Bélgica, com uma passadinha na Holanda, e fomos aos 7 monastérios que produzem essas cervejas. Não estou contando as duas cervejarias mais recentes autorizadas a produzir essas cervejas na Austria e nos Estados Unidos.

Edu Passarelli é o cara que eu conheço que mais entende de cervejas do Brasil.

Osquatro

E nessa viagem foram mais dois amigos. O Bill que sempre gostou de dirigir, gosta muito de carro e que foi o “motorista da vez” a viagem toda. Para você ter uma ideia, o Bill troca de carro pelo menos 3 vezes por ano há mais de vinte anos.

Bill

E o Hélio, advogado fodão, que me aguentou de mau humor praticamente todas as manhãs da viagem.

Yas

Agora que já sabe quem foi comigo, vou te contar como foi esta viagem incrível. Quando eu morava em Amsterdam, fui algumas vezes para a Bélgica. É um país fantástico e pouco comentado. O ideal é curtir tudo, as estradas, os cenários, o interiorzão da europa. É surpreendente ver as fazendas à beira da estrada, com as casas de madeira, um monte de vacas pastando preguiçosamente…. Legal, né? Lembrei e te contei que existe interior na Europa! Mas vamos ao que interessa!!!!

Achel - Abadia Saint-Benedictus

Antes de entrar de vez no roteiro da Bélgica, vale saber um pouco sobre as cervejas trapistas. As cervejas trapistas seguem regras, garantidas por um selo de autenticidade.

Elas são feitas no interior das abadias/monastérios da Ordem Trapista diretamente ou sob a supervisão dos monges.

Essa “Ordem Trapista” é uma congregação religiosa católica e os monges obedecem o silêncio, a pobreza e a humildade, dividindo o tempo entre o trabalho, o estudo e a meditação. A quantidade de cerveja produzida e o que se lucra com elas é apenas para a manutenção dos monastérios e para caridade.

Existem nove monastérios no mundo que produzem essas cervejas, com o selo de autenticidade trapista. Seis na Bélgica, um na Holanda e dois mais recentes: um na Áustria e outro nos Estados Unidos.

Só para lembrar, as cervejas são produzidas em monastérios, a maioria não é aberto ao público. Mas a vontade de tomar essas cervejas “na fonte” foi maior e embarcamos com algumas pesquisas feitas para tentar beber todas elas.

Você vai ver e entender o resultado nos próximos posts aqui no blog.

Achel - Abadia Saint-Benedictus

Entenda o roteiro para visitar as cervejarias trapistas na Bélgica. Leia os posts abaixo.

Quem foi e onde fomos? Entenda nossa viagem!

Primeiro dia, chegamos em Frankfurt e fomos beber e dormir em Dusseldorf.

Segundo dia, pela manhã visitamos e experimentamos as cervejas na Achel, abadia de “Saint-Benedictus”, em Hamont-Achel, Bélgica. 

Segundo dia a tarde, tomamos as oito cervejas produzidas pela La Trappe no restaurante do próprio monastério, na Holanda. 

Segundo dia a noite, chegamos na Antuérpia e fomos ao Kulminator, o melhor bar do mundo para tomar cervejas safradas.

Terceiro dia pela manhã, almoçamos no restaurante da Westmalle.

Terceiro dia a tarde, tomamos as desejadas Westvleteren no restaurante em frente ao monastério.

Quarto dia pela manhã, andamos pelo centro de Poperinge e conhecemos o museu do lúpulo.

Quarto dia a tarde, almoçamos na cervejaria De Halve Maan em Bruges.

Quinto dia, Bruxelas, chocolates, moules-frites e muitas cervejas no Delirium Café.

Sexto dia, um mergulho no mundo da Chimay, visitamos o monastério, a fábrica, almoçamos e dormimos no Auberge de Ponteaupré, que é a hospedaria oficial da Chimay.

No sétimo dia pela manhã, conhecemos o monastério mais bonito e imponente de todos, abadia Notre-Dame d`Orval, onde é produzida a saborosa Orval.

Sétimo dia a tarde e nossa última parada, conhecemos a Rochefort e jantamos na cidade.

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