A dengue está aí! Fique esperto!

Temos ouvido notícias bastante alarmantes sobre o aumento nos casos de dengue. Parece que o mosquito transmissor está cada vez mais perto da gente.

Por isso, pedi algumas dicas para o Dr. José Ribamar Branco, Infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, que gentilmente compartilhou conosco algumas informações importantes.

Antes de ir viajar, é importante também se informar de como estão os casos na região que será visitada e redobrar a atenção, se necessário.

Com a crise hídrica, as pessoas passaram a armazenar água de forma inadequada, o que fez o número de casos aumentar muito.

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Segundo o especialista, os primeiros sintomas da doença aparecem cerca de cinco dias depois da picada do mosquito. “Os mais comuns são febre alta, dor nos ossos e articulações, cansaço e moleza, dor de cabeça atrás dos olhos, tonturas, náuseas e vômitos, perda de apetite e de paladar. Após esse período, manchas vermelhas aparecem no corpo do paciente infectado”, detalha.

O diagnóstico da dengue é feito por uma conversa entre o médico e o paciente porque o vírus só apresenta resultado positivo no exame de sangue após sete dias do início dos sintomas. Mas, como os sintomas são os mesmos de qualquer infecção, é preciso avaliar se há surto no local onde a pessoa convive ou viajou.

Apesar de não ser considerada uma doença de risco, quando tem o devido acompanhamento médico, exige cuidados redobrados em pacientes com doenças crônicas, idosos e crianças.

Não há tratamento específico, apenas remédios para dor e febre e acompanhamento da quantidade de plaquetas e leucócitos. É fundamental ir ao médico quando há suspeitas! Nunca se auto medicar.

O melhor remédio é a prevenção, com a eliminação dos focos da doença. Fique atento!

Entenda o que é a dengue

A dengue é uma doença infecciosa, que pode causar uma diminuição na quantidade de plaquetas, induzindo sangramento, e de leucócitos, glóbulos brancos que integram o sistema imunológico. “Atualmente, há quatro subtipos, no Brasil: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4, sendo o sorotipo mais comum o DEN-1, responsável por mais de 80% dos casos. A dengue hemorrágica é a evolução de um caso clássico da doença por falta de diagnóstico e acompanhamento médico ou por automedicação”, esclarece o Dr. José Ribamar Branco.

Agradeço ao pessoal do São Camilo que sempre me responde as dúvidas rapidamente.



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